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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

As Cores Que Ainda Não Vi






É bonito ver tantas mensagens de luz pela internet, são tão bonitas. E as imagens então, de seres tão lindos, tão perfeitos, fico olhando e me encanto com tanta perfeição. Como o homem tem esse poder de criação de retratar através da pintura tamanha beleza e perfeição, não é mesmo? Jesus, Ashtar, anjos, portais iluminados, Arcanjo Miguel
de lindos olhos azuís e outros que agora não vem os nomes na cabeça. Pintamos a beleza, a pureza em quadros, sonhos, filmes, mas será por que não fazemos isso na realidade? Por que preferimos ver o belo nos filmes, quadros, na internet, livros, em vez de criar em torno de nós? Será que talvez seja preciso fazer no campo dos sonhos, para depois fazer no plano físico? Será que é isso? Não sei dizer.
Já o sem cor, sem luz, sem beleza é tão fácil de ver e criar meios para que cresça mais e mais.
Tem coisas que eu gostaria de escrever, mas eu tenho medo. Sei que alguns vão dizer: - Ana, para com isso, a energia do medo é muito negativa! – Até parece que eu escrevendo que tenho medo vou mudar algo.

 Não entendo porque algumas pessoas condenam por falarmos o que está acontecendo. Elas me lembram os grandes paines pintados aqui na agora famosa Avenida Brasil, que tenta esconder atás deles as favelas. Para os turistas ao passar não ver, não ter medo, não ficar chocados. Porque não é apenas casas, ou barracos sem acabamento, há atrás de muros, pontes, barracos de papelão um número absurdo de seres humanos usando dia e noite drogas. E perambulam dia e noite como verdadeiros mortos vivos! Pouco é feito, ou quase nada, para não ser pessimista.


Lembrei de uma situação de medo que aconteceu comigo tem uns três meses, quando retornava com minhas filhas e neta de Resende. Desembarcamos na rodoviária Novo Rio, quando pisamos fora dela, foram momentos de terror! Caminhando por estreito corredor fomos abordado por um rapaz em péssimas condições oferecendo carregar nossas bagagens, mais adiante, outro e mais outro. Eram usuários de crack que ficam ali embaixo do viaduto. Um último chegou a nos ameaçar perguntando se não tínhamos amor a vida. Até a parada de onibus, fomos abordadas, intimidadas por quatro vezes. Lembro que,  eu só sabia naquela hora era orar! Após aquela escuridão do percurso da rodoviária até o primeiro ponto de onibus rumo a São Gonçalo, foi como atravessar o umbral. E o ponto de onibus onde estavam algumas pessoas e uma tímida luz mercurio vinda do poste, para nós foi um farol de luz! E aquelas pessoas ali esperando o onibus, anjos. Não que os cracudos fossem “demônios”, não é isso! Eles estão é precisando de ajuda, eles estão completamente entregue ao vício, são vítimas! Eles não sabem o que fazem, plageando Jesus. 


Quando escrevi os escritos Contato:Ancorando A Luz, eu vi no mundo paralelo, ou umbral, e relatei no livro desse problema das drogas. Os usuários de crack pareciam zumbis, e eles não estão sozinhos há uma multidão. Como as trevas estão avançando usando como arma as drogas.
Estamos vivendo uma epidemia que logo ficará sem controle. Ah! E vai ficar muito pior se nada for feito para ontem.
Talvez alguém venha me julgar por não falar de luz e flores, mas alguém precisa falar, mesmo que não venda livros e nem cursos.
Quando a verdade vai vir a tona? Quando vamos tirar os tapumes da realidade que se esconde atrás dos murais? 


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